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Photo AlbumJul 5, '07 7:06 PM
for everyone
Os 24 painéis de azulejo da estação são da autoria J. Oliveira,tendo sido executados na fábrica Aleluia de Aveiro e colocados entre1937 e 1940.

Os azulejos cobrem todas as fachadas do edifício.

Os painéis que decoram a estação têm um duplo valor:ao interesse artístico, junta-se o valor documental.

Alguns dos azulejos retratam paisagens e construções já desaparecidas, bem como formas de fazer a vindima ou transportar o vinho que passaram à história.
Desfilam carregadores com os cestos de uvas às costas ou imagens do rio cheio de barcos rabelos transportando os pipos de vinho para Gaia.

Para a posteridade ficou registado um Douro que já não existe.Um rio pedregoso e revolto que desapareceu,com a construção das grandes barragens.


O rio e a ponte do Pinhão
  

A estação e o relógio
 2 Comments 

Paisagens junto à vila
  

Paisagens
  

+paisagens
  

O Rio Douro visto da estação
  

Com + pormenor
  

O cachão da Valeira
  

Mulheres vindimando
  

Vindimadeira
  

Mais outra Vindimadeira mostrando o cach
  

Cestos de transporte de uvas
  

À espera dos cestos cheios
  

O homens transportando os cestos
  

Pormenor do quadro anterior
  

O transporte do vinho
  

O barco rabelo já carregado
  

Barco rabelo a caminho do Porto
  

Crossa- traje típico do homem
  

Pormenor da crossa
  

Vista do Rio de S. Leonardo de Galafura
 1 Comment 


14 CommentsChronological   Reverse   Threaded
francislive wrote on Jul 6, '07
Vamos ver se no fim de semana tenho tempo para ver com... tempo.
Voltarei.
Bjs
catrineta wrote on Jul 6, '07
Ok. Fico à espera...
matebarco wrote on Jul 6, '07, edited on Jul 6, '07
Posso ?

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São Leonardo de Galafura

À proa dum navio de penedos,
A navegar num doce mar de mosto,
Capitão no seu posto
De comando,
S. Leonardo vai sulcando
As ondas
Da eternidade,
Sem pressa de chegar ao seu destino.
Ancorado e feliz no cais humano,
É num antecipado desengano
Que ruma em direcção ao cais divino.

Lá não terá socalcos
Nem vinhedos
Na menina dos olhos deslumbrados;
Doiros desaguados
Serão charcos de luz
Envelhecida;
Rasos, todos os montes
Deixarão prolongar os horizontes
Até onde se extinga a cor da vida.

Por isso, é devagar que se aproxima
Da bem-aventurança.
É lentamente que o rabelo avança
Debaixo dos seus pés de marinheiro.
E cada hora a mais que gasta no caminho
É um sorvo a mais de cheiro
A terra e a rosmaninho!

Miguel Torga
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Sempre gostei muito deste poema de Miguel Torga , lido e analisado /explicado na disciplina de Teoria da Literatura do meu curso, em Coimbra, com muito sentido e ternura pela minha professora, Crabbé Rocha, mulher de Miguel Torga !
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Rosa, o seu álbum é uma bela reportagem de um exemplar típico de património nacional. Parabéns.

catrineta wrote on Jul 6, '07, edited on Jul 12, '07
Fernanda obrigada pelo poema.Estava a pensar fazer isso, pois tentei scannar(?) uma foto tirada ao azulejo com o poema, que está em S. Leonardo e ficou muito mal.
Desisti.
Ainda bem que se lembrou.
Bom fim-de-semana.
bjs

francislive wrote on Jul 7, '07
Agora e aqui é que faz falta o segundo clik para ampliar...
De qualquer jeito, o mais importante neste trabalho, na minha opinião, a Rosa conseguiu: uma definição de imagem excelente e luz bem doseada. As cores também estão naturais. O objectivo está perfeitamente conseguido.
Parabéns, amiga, e obrigado pelo documento.
Bom fim de semana.
Bjs
adrianasalmeida wrote on Jul 7, '07
Adorei
Belissimas fotos.
Beijos
catrineta wrote on Jul 9, '07
Estava a ver que não encontrava o seu comentário,Francisco. Viu que entre o meu último comentário e o seu,temos que percorrer um grande espaço em branco? Não sei o que aconteceu.
Obrigada pelo seu comentário,é sempre muito benevolente,em relação às minhas fotos.
Boa semana.
Bjs
catrineta wrote on Jul 9, '07
Obrigada pela sua visita,Adriana.
Boa semana.
Bjs
matebarco wrote on Jul 9, '07

Rosa, tente "edit" no seu comentário, seleccione o que não se vê mas devem ser espaços e corte. Depois "salve" as mudanças.Experimente para ver se é isso. Ámanhã, se eu já puder falar, ligue-me e falamos para ver se é isso.
Boa noite.

francislive wrote on Jul 10, '07
Maçaricadas!... (estou a brincar)
Não ligue minha amiga. Nisto de informática e de coisas que não são exclusivamente comandadas por nós, à vezes acontece o inexplicável.
Passe à frente. Pode sempre tentar a dica da Fernanda... pode ser...
Ah e já agora: afinal o segundo clik para ampliar continua activo; só que tem que apontar o ponteiro do rato para onde está a indicação das medidadas da foto, qualquer coisa como (600x460). Experimente que resulta.
Boa semana.
catrineta wrote on Jul 10, '07
Ok. Vou tentar o que a Fernanda diz.Se apagar tudo façam o favor de me perdoar.
Pois é Francisco, já tinha dado conta que o 2º clik estava a funcionar.
Obrigada pelo aviso.
Bjs para os dois.
fpess wrote on Jul 11, '07
o rio, a estação, a poesia...o paraíso? bj cpfeio
catrineta wrote on Jul 13, '07
É verdade Carlos, aquele rio para mim é tudo isso ,mais o ancoradouro das minhas penas...
Bjs.
catrineta wrote on Jul 13, '07
Agora Francisco ,o espaço em branco onde está?
Por artes mágicas(?) desapareceu...
Simples, basta seguir as instruções da Fernanda.
Bjs
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